Sexta-feira, Setembro 28, 2007
FILMES DE AGOSTO / 2006
Entre vistos e revistos:
Conceição – Autor Bom É Autor Morto (2006, André Sampaio / Cynthia Sims / Daniel Caetano / Guilherme Sarmiento / Samantha Ribeiro) 
Fabricando Tom Zé (2006, Decio Matos Jr.)  
Bobby (2006, Emilio Estevez) 
As Leis de Família (2006, Daniel Burman)   
Avenida dos Milhões (1937, Roy del Ruth)  
Conflito Mortal (1988, Wong Kar-wai)  
Medos Privados em Lugares Públicos (2006, Alain Resnais)   
Escorregando para a Glória (2007, Josh Gordon / Will Speck)  
Sangue de Herói (1948, John Ford)   
A Comédia do Poder (2006, Claude Chabrol)    
Tartufo (1926, F. W. Murnau)   
Noite e Neblina (1955, Alain Resnais)   
Oharu – A Vida de uma Cortesã (1952, Kenji Mizoguchi)  
Transformers (2007, Michael Bay)
Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007, David Yates) 
Duro de Matar 4.0 (2007, Len Wiseman)
Em Busca da Vida (2006, Jia Zhang-ke)   
Santiago (2006, João Moreira Salles) 
Bubble (2006, Eytan Fox) 
Person (2006, Marina Person)   
O Grande Chefe (2006, Lars von Trier)
Primárias (1960, Robert Drew)   
posted by tobey, an acer at 1:54 AM
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Domingo, Setembro 09, 2007
OS MELHORES FILMES DOS ANOS 50
Lista preparada para a Liga dos Blogues Cinematográficos:
01 - Juventude Transviada (1955, Nicholas Ray)
02 - Cantando na Chuva (1952, Gene Kelly / Stanley Donen)
03 - Intriga Internacional (1959, Alfred Hitchcock)
04 - A Malvada (1950, Joseph L. Mankiewicz)
05 - Onde Começa o Inferno (1959, Howard Hawks)
06 - Crepúsculo dos Deuses (1950, Billy Wilder)
07 - Glória Feita de Sangue (1957, Stanley Kubrick)
08 - Johnny Guitar (1954, Nicholas Ray)
09 - Rastros de Ódio (1956, John Ford)
10 - O Signo do Leão (1959, Eric Rohmer)
11 - Viagem à Itália (1954, Roberto Rossellini)
12 - O Homem Errado (1957, Alfred Hitchcock)
13 - Desejo Humano (1954, Fritz Lang)
14 - Os Olhos sem Rosto (1959, Georges Franju)
15 - Os Corruptos (1953, Fritz Lang)
16 - As Férias do Sr. Hulot (1953, Jacques Tati)
17 - Luzes da Ribalta (1952, Charles Chaplin)
18 - Morangos Silvestres (1957, Ingmar Bergman)
19 - Umberto D (1952, Vittorio de Sica)
20 - Rio Grande (1950, John Ford)
posted by tobey, an acer at 1:36 PM
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Sexta-feira, Setembro 07, 2007
A HISTORY OF VIOLENCE
Morrer ou Viver (Dead or Alive: Hanzaisha)   
de Takashi Miike. Japão, 1999.
Há mais de um filme em Morrer ou Viver (o primeiro de uma trilogia), e todos eles convergem para dentro de um conceito que Takashi Miike conduz com desenvoltura, que é o esfacelamento (social, familiar, moral, artístico). O cinema é o elemento crucial, emergindo de formas variadas, sempre a serviço de uma reflexão, olhando para as coisas do mundo com humor e até certo distanciamento (essa noção de espetáculo presente nas situações e as reações de cada ação, de alguns para os demais). Miike se apropria de gêneros, criando um só organismo: do filme de gângster ao drama familiar, da aventura policial a um grande senso do bizarro / fantástico, tudo parece colado, intrínseco, fluente. A cultura da violência (do videoclipe, do vídeo-game), tão absurda quanto ambígua, viva, como forma de diálogo, cada vez mais, não-passível de esquiva e / ou simplificação. Miike é um inconformado da imagem, grande pensador e renovador da linguagem do cinema atual.
Audition (1999)   
A forma rígida para a rigidez das convenções.
Visitante Q (1999)    
Uma das mais dolorosas e viscerais desintegrações familiares que já vi. Obra-prima absoluta.
Ichi, o Assassino (1999)   
A utopia da violência com limite. (Já em dvd)
Gozu (2003)   
A desaparecimento da sanidade.
Ligação Perdida / One Missed Call (2003)  
Miike revitaliza até os-assassinos-do-cabelo-escorrido-pelo-rosto. A música do celular é assustadora. (Breve em dvd)
Marcas do Terror / Imprint (2006)  
Um filme muito esquisito em que, novamente, emerge um submundo. (Já em dvd)
Bom vê-los e, também, todos os outros que ainda não conheço.
posted by tobey, an acer at 1:49 PM
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Terça-feira, Setembro 04, 2007
COMO UM FRIO NA ESPINHA
Diário de filmagem de Ensaio sobre a Cegueira.
posted by tobey, an acer at 9:55 AM
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Domingo, Setembro 02, 2007
O UM E UM OUTRO
Encontros ao Acaso (Come Early Morning) 
de Joey Lauren Adams. EUA, 2006.
Ashley Judd me parece um bom par para Jeffrey Donovan, e ambos absorvem de seus personagens, com delicadeza, as disparidades que os unem. Em meio a uma estória simples, de espírito feminista (ou talvez arredio), narrada de forma muito convencional, existe um tema em Encontros ao Acaso que eleva a protagonista ao papel de coadjuvante, necessariamente ficando claro que a intenção realmente não era essa. Mas o que presenciamos, realmente, são brigas, desequilíbrios. Há um mundo certamente acelerado, fugaz, embriagado; um mundo de comidas industrializadas, pré-prontas, entregues; alguns encontros ao acaso que terminam logo, ao nascer do dia. Por outro lado, invadindo mais o outro, mantém-se uma certa pregação de valores opostos; em um mundo não-moralizado, certamente um pouco mais moralizante, talvez mais bruto, arcaico, como uma simples caça à refeição, como visitas regulares à igreja, como um relacionamento amoroso baseado em carinho, cumplicidade, confiança, para além de um único desejo. Sabe-se, por meio das personagens mais velhas, que o conflito é inerente a dois seres. É disso que o filme trata melhor. A redenção, que parece nunca vir (nisso há um cachorro encontrado que não encontra nunca um veterinário para lhe tratar), é outra das boas idéias que a diretora prefere deixar na reserva.
posted by tobey, an acer at 12:54 AM
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